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Deputado Orlando Silva foi ministro do Esporte de 2006 a 2011
Lula compreendia o potencial político dos Jogos, diz Orlando Silva
Segundo ex-ministro, Temer procura “um lugar pra sentar na janelinha”
Congressista do PC do B afirma que Olimpíadas serão um sucesso
Sessão extraordinária para eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados. Candidato a presidência, dep. Orlando Silva (PCdoB - SP)  Data: 13/07/2016 Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Orlando Silva era o ministro do Esporte quando o COI anunciou que o Rio seria a sede das Olimpíadas
Em 2009, quando o Comitê Olímpico Internacional anunciou que o Rio de Janeiro seria a sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o governo comemorou muito. Hoje, 7 anos depois, o ex-ministro do Esporte Orlando Silva (PC do B-SP) acredita que a gestão da presidente Dilma Rousseff não aproveitou todo o potencial político que o evento poderia proporcionar.
Orlando Silva foi ministro da pasta nas gestões de Lula e Dilma. Foi nomeado em 2006 e saiu do cargo em out.2011. Na época, foi citado em um suposto esquema de desvio de verba de um programa do ministério. O deputado nega as acusações e diz que sofreu um “linchamento público sem provas''. Em jun.2012, a Comissão de Ética da Presidência da República arquivou o caso por falta de provas.
No discurso da candidatura do Brasil como sede das Olimpíadas, o ex-presidente Lula, hoje alvo da Operação Lava Jato, disse que o país vivia um momento “excelente, com uma economia organizada e pujante”. Em 2015, 6 anos depois da fala, o país registrou uma retração de 3,8% no PIB, com uma previsão de nova queda, de 3,3%, em 2016.
Em entrevista ao repórter Gabriel Hirabahasi, Orlando Silva disse que o ex-presidente Lula enxergava nas Olimpíadas o potencial de afirmação internacional do país. Para o ex-ministro do Esporte, faltou “pegada para explorar o aspecto político” por parte da presidente afastada, Dilma Rousseff.
O deputado pelo PC do B de São Paulo declarou que, além da conjuntura econômica, houve erros políticos que resultaram num afastamento do Congresso levando a uma mudança tão drástica do otimismo de 2009 para a situação atual.
Sobre as falhas registradas em algumas instalações da Vila Olímpica, Orlando afirmou que são “insignificantes” para o resultado dos Jogos. Na entrevista ao Blog, ele declara que as Olimpíadas têm tudo para ser um evento de sucesso, mas que o legado é do PT. “O presidente interino [Michel Temer] está procurando um lugar na janelinha”, disse.
A seguir, trechos da entrevista de Orlando Silva ao Blog:
Blog – Em 2009, quando ficou decidido que o Rio seria a sede das Olimpíadas, havia uma euforia no país, com altas taxas de aprovação do governo e PIB em alta. Hoje, a economia está em recessão e a presidente Dilma Rousseff passa por um processo de impeachment. O que deu errado com o Brasil de 2009 para cá?
Orlando Silva
 – Não é que deu errado. Em 2009, o mundo vivia uma crise econômica muito grave. Primeiro nos EUA, na Europa, Grécia e Espanha. Naquele momento, com uma série de medidas, o Brasil conseguiu segurar o impacto da crise. Ninguém imaginava que a crise ia ter a dimensão e o eco que alcançou. Vivemos a crise mais grave desde 1930.
De um lado, há a dificuldade da economia. De outro lado, a política mudou completamente. A Dilma foi eleita e reeleita e entramos nessa espiral de crise política, Lava Jato, etc. Na segunda [eleição], a oposição não aceitou o resultado. Primeiro, questionou o número de votos. Depois, não permitiu que a presidenta governasse.
Isso não quer dizer que não houve erros. Houve. Tanto que chegou-se a uma situação de isolamento político no Congresso. Os erros de condução política se somam à dificuldade econômica. Há um conjunto de fatores que causou essa situação insólita.
Mas posso dizer que hoje há um constrangimento da comunidade esportiva internacional. Já me encontrei com algumas pessoas que disseram isso e sabem que foi o Lula que conseguiu [a realização das Olimpíadas no Brasil], a Dilma que coordenou [toda a montagem].
Em caso de Jogos desastrosos, o governo interino deve culpar a estrutura da administração anterior. Em caso de sucesso, Michel Temer será elogiado. O senhor se arrepende de, em 2009, ser um dos defensores da realização dos Jogos no Rio? Mesmo que possa beneficiar Michel Temer?Não vão ser um desastre. [As Olimpíadas] Devem ser um sucesso. Há uma grande mobilização pela segurança. O Michel Temer recebeu os Jogos Olímpicos prontos. Isso caiu no colo dele.
Tenho muito orgulho de ter participado da conquista. Sinto que quando o Lula saiu do governo, houve uma diminuição da compreensão do governo federal sobre a importância desses eventos.
Na cabeça do Lula, esses eventos têm um soft power. Parte de uma estratégia de afirmação internacional. Há investimentos que são antecipados por esses eventos. E tem uma dimensão política, pois coloca o país na rota internacional.
O presidente Lula tinha claro essa dimensão. Senti que durante o mandato de Dilma, talvez pela crise, houve uma diminuição da capacidade de investimento do Estado. Isso diminuiu.
E ainda houve a crise do Estado do Rio de Janeiro. Depois da saída do presidente Lula, houve uma crise política no Estado.
Faltou cuidado por parte do governo Dilma?Cuidado teve. Tanto que o país está pronto. A impressão que tenho é que foram cumpridos todos os projetos, todos os cronogramas. Mas não se trabalhou o potencial político do evento. Talvez tenha faltado pegada para explorar o aspecto político. O soft power, como falei, como afirmação internacional, o poder político.
Os problemas registrados no começo dos Jogos, como falhas em algumas instalações na Vila Olímpica, podem prejudicar a imagem dos Jogos?Todo evento, no começo, tem ajustes. Em Londres, quase atrasou a abertura. No começo de todo o evento, sempre tem uma dificuldade.
Essas reclamações são insignificantes. O que vai ficar é o resultado final dos Jogos, que eu tenho confiança de que serão extraordinários. Se faltou água na torneira de 1 atleta, isso vai ser diluído pela grandiosidade dos Jogos do Rio.
Causa algum embaraço o fato de um país sede de Olimpíada passar por um período tão turbulento, com um processo de impeachment?Esse processo de impeachment vai desmoralizar um argumento central que usamos na campanha olímpica. Falávamos da estabilidade institucional [no Brasil]. Falávamos que éramos uma democracia sólida.
O senhor acredita que os Jogos podem deixar um legado positivo ao país? Mesmo com os gastos e com a turbulência pela qual passa o país?Se vivêssemos num ambiente mais tranquilo, teríamos potencial de ter um legado maior. Mas o centro do Rio foi reconstruído. Tiveram outras obras que renovaram a estrutura da cidade.
Também tem um legado esportivo. Instalações esportivas que vão incentivar a prática de outros esportes.
[Na área do turismo, vamos ter] centenas de milhares de turistas vêm agora e voltam depois. O fato de os Jogos existirem permitiu a manutenção de várias vagas de trabalho.
Haverá um legado, mas poderia ser melhor.
Michel Temer pode se beneficiar do sucesso das Olimpíadas?Creio que o Michel Temer não vai se beneficiar disso. A conquista é do presidente Lula e isso ninguém pode tirar dele. Aquela participação em Copenhagen [quando o Rio foi escolhido como sede da Olimpíada] é dele. A preparação foi da presidente Dilma. Ninguém vai tirar dela.
O presidente interino está procurando um lugar na janelinha. Mas o Brasil e o mundo acompanharam os Jogos e sabem que Lula e Dilma estão por trás disso que aconteceu.

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Depois de uma postagem na conta oficial da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) no Twitter ironizando o presidente em exercício, Michel Temer, o diretor-presidente da estatal, Ricardo Melo, abriu sindicância para apurar o caso e exonerou a chefe do portal da empresa. Segundo a estatal, os trabalhos da sindicância foram "abreviados" já que o empregado responsável pela postagem assumiu a autoria.
Em nota, a empresa afirmou que "a partir da conclusão dos trabalhos, o Diretor-Presidente decidiu pela aplicação da penalidade disciplinar correspondente à gravidade do ocorrido, alinhado ao entendimento firmado pela Procuradoria Jurídica, com base nos normativos internos da Empresa", disse.
O funcionário que assumiu a autoria da postagem pertence ao quadro permanente da empresa. Sua identidade e a punição não foram reveladas. Segundo uma fonte com acesso à direção da estatal, dentro das normas previstas existem três tipos de punição: advertência, que seria a mais leve; demissão; a consequência mais pesada; e a suspensão.
Ainda de acordo com a nota, Melo orientou todos os gestores a reforçarem medidas de controle "para evitar a repetição de casos da mesma natureza".
A polêmica também levou à troca do comando do portal da empresa. De acordo com portaria interna assinada por Melo, Lídia Gurgel Neves deixou o cargo de Gerente Executiva de Web e Novas Mídias, que ocupava interinamente. Para seu lugar, o presidente da EBC nomeou em outra portaria Allan Walbert Nascimento dos Santos. Os dois, tanto Lídia como Allan, segundo apurou a reportagem, são servidores da casa. Santos era coordenador de edição e otimização de conteúdo. Lídia continua na empresa em outra função.

Disputa

Em mais um capítulo da guerra da equipe da estatal nomeada pela presidente afastada Dilma Rousseff e o governo peemedebista, o twitter oficial da EBC fez uma publicação ontem com ironias a Temer. "Quando a pessoa escolhe passar vergonha Planalto confirma Temer na abertura da Rio 2016", afirmava o texto, que foi deletado na sequência, e trazia junto o link de uma matéria da Agência Brasil sobre o tema.
Pouco depois, em nota, o diretor-presidente da EBC, Ricardo Melo, considerou a postagem "inadmissível" e enfatizou que ela não representava a posição da empresa.
O post irritou o Palácio do Planalto, que vem tentando 'desaparelhar' a empresa e já manifestou até a intenção de extingui-la. Coube ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, comentar o episódio oficialmente. "Antes do Pres Temer, tentaram, mudando estatuto e direção, "desmantelar" a EBC. Erraram. Breve voltará ao normal", disse o ministro, também pelo seu twitter. Padilha acrescentou ainda que "a EBC não será aparelho partidário. Será motivo de orgulho de seus funcionários e respeito e confiança dos brasileiros".
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Barra da Tijuca teve clima de tranquilidade durante a abertura da Olimpíada no Rioimagem: Iwi Onodera/UOL
Do UOL, no Rio de Janeiro*
Em contraste com o carnaval de cores e sons do Maracanã, outras regiões do Rio de Janeiro acompanharam a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de forma comedida nesta sexta-feira. A festa não contagiou outros pontos tradicionais de agitação noturna da cidade, como Zona Sul e Barra da Tijuca.
Dentro do Maracanã, a cerimônia de abertura organizou um desfile caprichado de referências típicas cariocas, principalmente com elementos do samba. No entanto, fora do estádio o clima na cidade foi de tranquilidade, da maneira como o prefeito Eduardo Paes havia pedido aos cidadãos locais na véspera, sugerindo que as pessoas evitassem deslocamentos pelo Rio.
 
Mesmo nas imediações do estádio do Maracanã a cerimônia não contagiou os cariocas que estavam pelas ruas. No bairro da Tijuca, bares e restaurantes tiveram movimentação discreta, sem euforia por conta da festa a poucos quilômetros dali. 
 
O mesmo clima pairou sobre a Barra da Tijuca, na região mais próxima ao Parque Olímpico. Orla vazia, barracas tradicionais, como a do Pepê, fechadas, nada de caminhões do exército com seus soldados armados, entradas dos principais hotéis às moscas. Quem passeava pelas ruas do bairro na Zona Oeste carioca na noite desta sexta podia facilmente se esquecer que a cidade sedia o evento mais importante do esporte mundial. 
 
O point era mesmo a avenida, que, nos últimos anos, ganhou bares e restaurantes e deu nova cara à região. A combinação de leve boemia e clima familiar atraiu brasileiros e estrangeiros para acompanhar pela TV a cerimônia e compartilhar com os filhos o início dos Jogos. "Quem vem para cá está fugindo disso", falou Rodrigo Magalhães, 35 anos, referindo-se à farra da zona sul, em praias como Copacabana e Ipanema. 
 
Na Praça Mauá e toda aérea do "boulevard olímpico" na zona portuária o clima também foi de festa comedida. Os cariocas, que eram maioria no local, aplaudiriam e se emocionaram em diversas partes da cerimônia, transmitida por telões espalhados por toda a área reformada dessa região do centro da cidade. O final da cerimônia trouxe a maior emoção, as pessoas se soltaram mais, num misto de alegria e alívio. 
 
A Lapa, tradicional bairro da boemia no Rio, demorou a se agitar. A maioria dos bares ainda tinha vários lugares vazios quando a abertura começou, mas foram enchendo na medida em que a noite avançou. Ao final da cerimônia, as portas de baladas já estavam abarrotados de brasileiros e gringos perambulando de caipirinha em mãos.
 
Quem sofreu o impacto das Olimpíadas preferiu ignorar a cerimônia de abertura. Na Vila Autódromo, onde centenas de pessoas foram removidas e só restaram 20 famílias, o desfile passava na televisão, mas não teve público. Os moradores preferiram fazer um churrasco para comemorar a 'libertação' e a permanência no local. Alguns deles davam uma espiadinha na TV, mas se sentiam mal pelo que os Jogos representaram: a perda de suas casas. "Eu olho para isso e só me lembro da casa que eu perdi", conta Suely Ferreira Campos.
 
O show pirotécnico da abertura dos Jogos do Rio-2016 fez os vizinhos do estádio do Maracanã se reunirem para ver o espetáculo. O morro da Mangueira, que fica ao lado, virou um camarote privilegiado. As famílias se reuniram nas lajes. No topo do morro, os jovens se aglomeraram na região chamada de Pedra para  assistir aos fogos. "Esta aqui é melhor vista do Rio", se empolgou o motorista Rildo Lima. A associação de moradores da Mangueira montou até um esquema de guias para levar jornalistas para locais do morro com boa visibilidade. Cerca de 20 equipes de TV e fotografia de vários países foram registrar as imagens.
 
Mais cedo, ainda antes da cerimônia, a região do Maracanã viveu instantes de tensão em razão de um choque entre manifestantes e o aparato de segurança da cidade. Um grupo contrário à realização dos Jogos Rio 2016 participou de um protesto pelas ruas do entorno do estádio. A estação Afonso Pena do metrô, que vinha sendo usada para chegar ao Maracanã, apesar de não dar acesso direto ao local, foi fechada por conta da manifestação.
 
A segurança do metrô informou que, por volta das 18h, a polícia usou bombas de gás para dispersar um grupo de manifestantes que ateou fogo a uma bandeira do Brasil na praça Afonso Pena. Foi possível sentir o cheiro do gás de pimenta dentro da estação. A ação da PM causou revolta em pessoas que estavam próximas ao local, que fica em uma área residencial da Tijuca.
 
*reportagem de Ana Cora Lima, Daniel Lisboa, Fernanda Schimidt, Luiza Oliveira, Rodrigo Bertolotto e Vinícius Segalla
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RICARDO BUFOLIN/CBG
zanetti olimpiada
Arthur Zanetti estreia neste sábado em busca do segundo ouro olímpico
Logo no segundo dia oficial de disputas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, entra em ação, talvez, o atleta brasileiro mais pressionado para conquistar a medalha de ouro. Neste sábado, a partir das 10h30 na Arena Olímpica, Arthur Zanetti dá início à caminhada que pode lhe levar a quebrar um tabu: o Brasil pode voltar a ter um bicampeão olímpico genuíno após 60 anos.


A história começou a ser escrita há quatro anos. Em Londres-2012, o ginasta de São Caetano do Sul (SP) foi campeão nas argolas da ginástica artística masculina, se tornando o único brasileiro e primeiro latino-americano a conquistar uma medalha olímpica na modalidade.
Se repetir o resultado no Rio, será, em competições individuais, o primeiro brasileiro bicampeão olímpico de fato, em edições seguidas dos Jogos, depois de Adhemar Ferreira da Silva, ouro no salto triplo em Helsique-1952 e Melbourne-1956. Em 2012, ano em que Zanetti subiu ao pódio na Inglaterra, o saltador foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo.
"Todo mundo tem esperança de medalha para o Brasil e eu tenho um resultado para defender. Mas nem eu e nem os outros atletas da ginástica podemos garantir nada. É uma Olimpíada, reúne os melhores do mundo. O que eu posso prometer é dar o meu melhor. Se manter no topo é mais difícil do que chegar", disse em entrevista em seu site oficial.
O percurso de Zanetti foi só de crescimento. Em 2011, dois vices nas argolas. No Mundial de Tóquio, acabou superado pelo chinês Chen Yibing. Nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, consagrou-se campeão por equipes, mas no individual não. No ano seguinte, teve revanche com o chinês e foi campeão olímpico com 15.900. Em 2013, mais um título inédito: campeão mundial em Antuérpia, na Bélgica, com 15.800.

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100 fotos em 50 segundos: o resumo da cerimônia de abertura da Rio 2016
2015 foi de mais um resultado histórico. O paulista conquistou o título que lhe faltava, com o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, com nota 15.725. Campeão de tudo, Zanetti se prepara para subir mais um degrau em sua carreira vitoriosa. Seu principal concorrente nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro será o grego Eleftherios Petrounias.


"A cobrança é maior, das pessoas, mas também a minha. Hoje posso falar que eu treino ainda mais. (Se tinha menos pressão antes) Sim e não. Sim, pelo fato de tudo ser um pouco mais tranquilo... Não, pelo fato de essa cobrança ajudar nos treinamentos. Me ajuda a seguir em frente, a buscar aperfeiçoamento, o meu melhor. Tenho de saber que tenho de fazer o meu máximo em cada treino. Foi o que eu fiz."
As provas classificatórias da ginástica artística começam a ser disputadas neste sábado, a partir das 10h30 (de Brasília), na Arena Olímpica, e as argolas serão o primeiro aparelho do Brasil, que está na primeira subdivisão. Além de Zanetti, a seleção brasileira terá Diego Hypólito, como especialista, e Arthur Nory, Francisco Battero e Sérgio Sasaki como generalistas.


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Cantor fará show nesta segunda-feira (10), no Estádio Kleber Andrade.

Paul chegou em um jato particular, no aeroporto, e saiu escoltado pela PM.

Do G1 ES, com informações de A Gazeta *
Paul em Vitória, acenando para fãs (Foto: Marcelo Prest)Paul em Vitória, acenando para fãs (Foto: Marcelo Prest)
O ex-beatle Paul McCartney chegou ao Espírito Santo às 11h45 deste domingo (9), no Aeroporto Eurico Sales, em Vitória. O cantor fará um show nesta segunda-feira (10), no estádio Kleber Andrade, em Cariacica. A expectativa dos fãs por esse momento era grande, e desde o início da manhã eles lotaram o saguão do aeroporto.
Por volta das 12h, o carro com o cantor deixou o aeroporto escoltado pela Polícia Militar e pela Guarda de Trânsito de Vitória. De dentro do carro, ele acenou para fãs. O veículo seguiu direto para o hotel, na Praça do Papa, em Vitória. McCartney pousou em território capixaba em um jato particular.

Equipe
Membros da equipe de produção de Paul McCartney para o show em Cariacica, no Espírito Santo, desembarcaram no Aeroporto de Vitória na manhã deste sábado (8). A equipe é formada por brasileiros e estrangeiros, e todos chegaram em voo comerciais.
* Com colaboração de Duilo Victor, do jornal A Gazeta
Paul chegou ao estado nesta manhã e seguiu para hotel em Vitória (Foto: Marcelo Prest)Paul chegou ao estado nesta manhã e seguiu para hotel em Vitória (Foto: Marcelo Prest)
Paul saiu do aeroporto escoltado pela PM e Guarda Municipal, em Vitória (Foto: Duilo Victor/ A Gazeta)Paul saiu do aeroporto escoltado pela PM e Guarda Municipal, em Vitória (Foto: Duilo Victor/ A Gazeta)
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